Cinco fatos importantes sobre a meditação

19 de março de 2018 | por André Sequeira

Os ansiosos enfrentam desafios normais de forma crítica

Como vivem em constante estresse, cada pequeno evento aumenta sua tensão que, por sua vez, transforma um fato rotineiro em uma ameaça. O corpo de um indivíduo ansioso permanece imobilizado após um evento estressante, que o deixa sem recursos para se defender contra a ameaça seguinte. Quem pratica meditação volta mais rápido ao estágio de relaxamento, o que o auxilia a superar mais facilmente o segundo acontecimento.

 

A meditação não produz zumbis

Especialistas nesta prática são pessoas extremamente ativas, ao contrário do que muitos imaginam. A meditação treina a capacidade de prestar atenção. Isso a diferencia das demais formas de relaxamento, que permitem que a mente divague à vontade. Além disso, ela aperfeiçoa a habilidade de captar sutis manifestações no ambiente sem deixar a mente se dispersar.

 

A mudança de paradigma da meditação no meio médico

O Instituto Nacional de Saúde, em relatório de 1984, recomendou a meditação – além de dieta e redução de sal – antes da prescrição de remédios. Ao longo dos anos 1970, inúmeras pesquisas mostraram os benefícios desta prática, como diminuição da frequência de resfriados e dores de cabeça e a redução da gravidade da hipertensão. Contudo, a maior receptividade veio dos psicoterapeutas, que apontaram benefícios para pacientes lidarem com a ansiedade sem a utilização de medicamentos.

 

Os diferentes tipos de meditação

Sistemas diversos de meditação possuem pontos de vista totalmente opostos entre si. O critério de classificação é a mecânica da técnica: concentração, na qual a mente se concentra num objeto mental fixo; estado consciente, no qual a mente observa a si mesma; ou ambas presentes em uma combinação integrada. A única característica que não varia é a necessidade de reter atenção.

 

O principal efeito da meditação

Talvez ele seja proporcionar ao corpo das pessoas um repouso profundo e intenso enquanto a mente permanece alerta. Isso faz baixar a pressão sanguínea e diminuir o ritmo do coração, o que auxilia o corpo a se recuperar de situações que provocam estresse. Muitos médicos usam a meditação como forma de tratamento de distúrbios, por exemplo, hipertensão, enxaquecas, dores nas costas, problemas de ansiedade e controle de dores crônicas.

 

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