Cinco explicações que comprovam a importância do livro “De volta à cabana”

27 de fevereiro de 2018 | por André Sequeira

Mack representa os leitores

A popularidade de A cabana pode ser explicada de diversas maneiras. Algo nela faz vibrar nosso corpo e nossa mente, como se nos reconhecêssemos na história. O protagonista, Mack, representa todos nós. Podemos não ter perdido uma filha de forma tão brutal, mas todos enfrentamos problemas na infância e na idade adulta, às vezes com enorme sofrimento.

 

A cabana é nossa história

O livro apresenta a história dos sofrimentos humanos frente a um Deus que parece ausente, indiferente e impotente. Justamente nos momentos mais terríveis e vergonhosos que enfrentamos. Ao mesmo tempo, o autor nos explica o motivo dessa aparente ausência do Pai e prova que, se quisermos, esta será, também, uma história de libertação, como foi para Mack.

 

A Santíssima Trindade ama todas as pessoas

Acreditemos ou não, somos amados por Deus Pai e pelo Espírito Santo e é por isso que Jesus veio ao nosso mundo. Nós pertencemos ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Mas, com tanto sofrimento e tanta mágoa, não percebemos todo esse amor e apenas cobramos soluções e explicações rápidas.

 

A cena preferida de William P. Young

Ao ser questionado por Kruger sobre sua passagem preferida, Young respondeu sem titubear: “A liberdade é um processo de crescimento”. Segundo ele, todos queremos soluções instantâneas, mas a realidade é totalmente diferente. Escutar o Pai leva tempo, principalmente, se estivermos magoados e machucados.

 

Como o Espírito Santo trabalha em nós

O Espírito Santo nos revela o filho de Deus para que possamos conhecer e experimentar a relação dele com seu Pai e nos tornar livres para viver no abraço do Pai em Jesus. Quando o Espírito trabalha em nós, somos convocados a tomar partido de Jesus no combate à escuridão e ao preconceito. Desse modo, poderemos dar os primeiros passos rumo à mudança e à confiança.

 

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