Milhões são infelizes e adoecem com facilidade. Não seja um desses.

7 de dezembro de 2017 | por André Sequeira

Segundo o dicionário, “felicidade” é a qualidade ou a situação feliz. O estado de uma consciência plenamente satisfeita. Bem-estar. Na teoria, perfeito, mas, para muitos, quase uma utopia. Este sentimento tão essencial a nós, seres humanos, por mais estranho que soe, pode ser difícil de ser alcançado.

Nos dias de hoje, com as imposições e cobranças feitas por todos os setores da sociedade, o modelo ideal de plenitude fica cada vez mais distante. E o mundo das redes sociais, que, na maior parte do tempo, exibe pessoas perfeitas e felizes, só aumenta a separação para este objetivo. São casais formados por almas gêmeas e feitos uns para os outros; indivíduos plenamente realizados no trabalho; atletas saudáveis com corpos maravilhosos. Contudo, esta situação pode se tornar um problema.

A questão não é demonstrar felicidade demasiada, mas sim, bloquear as verdadeiras emoções e desenvolver uma realidade falsa – obviamente, não é o caso de todos. Ou, também, inibir os semelhantes a conversarem a respeito das próprias mazelas, pois estes não querem ser os diferentes, os excluídos. Como disse o autor, psiquiatra e cientista Augusto Cury, “estamos aprendendo a nos odiar, a nos distanciar, a nos alienar, quando deveríamos aprender a amar, abraçar, incluir”.

Mas será que estamos fadados a buscar eternamente a felicidade? Será possível ser feliz de forma consciente e nos tornarmos gestores de nossas emoções? O que fazer com nossas dores e frustrações? Estará a felicidade real apenas presente nos romances, filmes e dicionários?

Para responder estas e outras questões, nada melhor do que analisarmos a personalidade mais famosa da humanidade: Jesus Cristo.

Em O homem mais feliz da história, livro em que Augusto Cury relata, de forma romanceada, o resultado de sua análise a respeito da mente de Jesus e de como ele geria suas emoções e de como passava esses ensinamentos a seus discípulos. Para tal, o escritor utiliza o Sermão da Montanha, o discurso mais famoso da história, e os fatos relatados por Mateus, em tese, em tempo real.

Cury, por meio do protagonista e alter ego na obra, Marco Polo, provará que o mais importante pregador de todos os tempos usou códigos de gestão da emoção inovadores que objetivavam revolucionar a história da humanidade.

O homem, atualmente, é egocêntrico, luta apenas pelo que entende como melhor, mas raramente pensa nos demais. Diante disso, uma das saídas é entender os ensinamentos de Jesus Cristo não só de forma religiosa, como sempre afirma Cury, mas também pelo lado científico e psicológico. O autor responde muitas perguntas deixadas anos de lado por estudiosos: Jesus teve uma mente complexa ou apequenada? Suas teses eram brilhantes ou opacas? Ele formou repetidores de informações ou mentes livres e criativas? Ele desenvolveu os códigos de felicidade ou era uma pessoa angustiada? E são justamente essas respostas que farão cada um de nós se conhecer melhor e pegar a estrada rumo à plenitude, pois ninguém nasce feliz, e sim, treina sua emoção para encontrar a felicidade.

O homem mais feliz da história é a sequência do best-seller O homem mais inteligente da história , onde o também protagonista e psiquiatra Marco Polo analisa a vida de Jesus Cristo e a busca da felicidade com base na psicologia, na sociologia e na psicopedagogia. Os livros podem ser lidos na ordem em que o leitor preferir.

TAGS: