Fundação Estudar: contribuindo de forma construtiva para um Brasil melhor

22 de maio de 2017 | por André Sequeira

A educação é questão essencial em todo o planeta. Seu nível é um ilustrativo da condição intelectual de cada país e uma amostra real da devida importância dada ao assunto pelos órgãos públicos e, por que não, pelos privados.

No Brasil, infelizmente, este nunca foi um tópico muito relevante para os governantes. Professores reclamam de baixos salários, alunos protestam contra o ensino de má qualidade, pais anseiam por mais vagas para seus filhos. O poder público responde que o orçamento está no limite e que já faz o que pode. Será exagero? Alguns números mostram que não.

De qualquer forma, esperar mudança de atitude é sempre complicado, principalmente, pela burocracia e pela negociação existente entre os políticos. Em países como Suécia, Estados Unidos, Canadá, por exemplo, empresas e pessoas físicas colaboram constantemente com a educação e como empoderá-la. Segundos os envolvidos, é a melhor maneira de tornar a nação mais desenvolvida e proporcionar, assim, maior crescimento econômico.

Foi pensando nisso, também, que o trio Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sucupira, no começo da década de 1990, criou a Fundação Estudar, instituição preocupada em disseminar os seus valores de tanto sucesso mundial. A meta: fornecer recursos para jovens que queiram cursar um programa de MBA (Master of Business Administration) nos Estados Unidos. Eles sabem – e afirmam isso o tempo todo – que existem muitas pessoas fazendo coisas extraordinárias no país, mas eles sentiam que precisavam colaborar de alguma forma para que o Brasil se tornasse uma nação muito melhor do que já é.

No início, as bolsas eram relacionadas ao mundo dos negócios. Com o tempo, o foco aumentou para alguns outros setores, como o de educação e o de gestão pública. Contudo, desde 2014, nenhuma área de estudo é excluída para concorrer às bolsas oferecidas. Hoje, aos 25 anos de idade, a Fundação Estudar contabiliza 617 ex-bolsistas, 25 mil jovens beneficiados por cursos e 15 milhões de pessoas alcançadas pelos canais disponíveis na internet.

Em Cultura de Excelência, David Cohen mostra ao leitor diversos casos de sucesso da Fundação, exemplos de como dedicação e foco são fatores essenciais para o sucesso profissional. Todos os contemplados com bolsas eram, desde cedo, inconformistas, pessoas que estão constantemente atentos à realidade à sua volta e buscando mudanças.

Descubra como ser um inconformista.

Além disso, você poderá conhecer mais do pensamento de três dos grandes empresários de todo o mundo. Um prato repleto de dicas para todos aqueles que sonham com uma

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